quarta-feira, 29 de outubro de 2008

GPS

Não tenho grande interesse em falar de sistemas de GPS, falo deles apenas como pretexto para colocar este vídeo que na passada segunda feira fez parte do jornal da tarde da Sic e que eu rezei muito para que alguém o disponibilizasse no youtube. E assim foi, como tal aqui o deixo para vós o poderdes visualizar e rejubilar de alegria.



Porque fala a senhora da verruga fala como que tivesse inspirado hélio? Se calhar é da revolta que se faz sentir nas suas palavras, das quais fixo apenas uma.. "O naboeiro".

Já agora que aqui estamos indago-me o porquê de ser uma mulher quase sempre a indicar o caminho? É pelo já reconhecido e provado sentido de orientação feminino? Ou é simplesmente para fazer pirraça com o homem que por si só já se sente menos homem por ter que pedir informações, quanto mais estar a ouvi-las em tom imperativo por parte de uma mulher?

E com esta vos deixo...

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Adenda

Como adenda ao meu último post decidi colocar aqui um vídeo que demonstra a minha vontade quando vejo alguém a mudar de faixa sem colocar o pisca tal como tinha descrito anteriormente.



O vídeo faz parte do filme "Shoot'em Up" um filme um bocado parvo mas que até serve como boa fonte de entretenimento.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Somos vitimas do Fugaz Escrachamento Conal Estatal Global

O que me deixa decididamente irritado e perturbado no meio social global envolvente, sao os individuos pseudo-humanos envolvidos, resolvidos e devolvidos posteriormente a sociedade e com uma taxa exponencial de poder. Meros filhos d'umas grandas putas. Como aqui ja todos sabem do que e de quem falo, tudo o que escrevesse de agora em diante seria basicamente desnecessario. Como em qualquer artigo sobre politica, religiao e economia. Leem-se as cinco primeiras linhas, depois a visao fica turva e nada mais se retem do que ''filhos d'umas grandas putas".









sendo assim so mais uma vez, mas censurado, e com um tom de voz muito perturbador: ****** d*umas grand*s putas.

sábado, 18 de outubro de 2008

"Arranjar uma desculpa"

Uma onda de desinspiração passeia por as mentes criativas deste blog, talvez pelos desaires da selecção nacional, talvez pela crise financeira e económica ou até mesmo por as noites estarem a ficar mais fresquinhas. Tudo é uma boa desculpa para não escrever nada de jeito, ao bom estilo português, que pede desculpa e as arranja por tudo e por nada. "Arranjar uma desculpa" é aliás uma expressão muito utilizada no nosso país como se a desculpa estivesse avariada e precisasse que alguém a arranje. "Ah mas arranjar também significa obter!" diz o pertinente leitor. Ok, é verdade, mas se eu não tenho culpa, ou seja, se tenho desculpa, já a tenho, não preciso de a obter de lado nenhum.

O português e o ser humano em geral desculpa-se com tudo (quero acreditar que não será só o português.. mas se calhar é o que mais e melhor se desculpa, ou tenta vá), tudo serve de pretexto para aliviar a culpa, ou então talvez não sejam desculpas mas sim argumentos que pretendem fazer ver o outro que a razão está do seu lado. O português tem sempre razão, eu pelo menos tenho.

Os sinais luminosos intermitentes existentes nos nossos carros, pisca-pisca ou apenas piscas, são o exemplo disso. A sua utilização nas situações para quais foram criados é raramente posta em prática, já que a maioria dos condutores pensa que se tratam apenas de ornamentos para tornar o prolongamento do seu pénis, vulgo carro, mais bonito e luminoso, descuidando que um simples gesto que consiste em mover 2 ou até 1 dedo para deslocar o manípulo 1 centímetro indicando a direcção que pretendemos tomar pode evitar na verdade bastantes acidentes. Ainda por cima são daqueles acidentes apelidados de "toque" mas que entopem a 2ª circular e me fazem chegar atrasado, não que tenha horas para o que quer que seja, mas se fico preso no trânsito porque um anormal acha que dá muito trabalho por o pisca fico logo aborrecido e até mesmo chateado.

Agora se for para "arranjar uma desculpa" o português já utiliza os piscas, e são logo os 4 de uma só vez. Exemplifico: Estaciona em segunda fila, vai almoçar ou tratar da papelada que já sabe que o poderá ocupar durante 1 hora. Mas deixa os 4 piscas... E ai de quem buzine e refile com o senhor do Mercedes que lhe bloqueia o carro há meia hora pois ele responde logo irritadíssimo como se a razão fosse sua amiga de infância "Não vê que tenho os 4 piscas?!". Como se as 4 luzinhas a piscar conferissem à viatura e ao condutor um estatuto de super herói imune a qualquer tipo de coima e até mesmo de culpabilização moral seja por parte de quem for.
Na minha opinião e se não desse direito a prisão preventiva e o processo fosse arquivado só porque sim era agarrar nesse indivíduo e aleijá-lo severamente com um bastão de ferro. O problema é que se apanha o português oposto, o banana que pede desculpa por tudo e por nada, este ainda é capaz de dizer "Desculpe lá, não tinha reparado.." E o senhor do Mercedes vai para casa a pensar que tinha realmente razão mais uma vez. Mas isto é pano para outra manga.

Bem mais posts haverá sobre este assunto se não fica muito extenso e entediante. Pode ser que algum dos meus colegas, aqueles que só têm cá o nome e não escrevem patavina queiram pegar no assunto e também expressar o seu desconforto com algumas desculpas que por ai se ouvem.

Muito obrigado e Deus vos abençoe! (Deus... outra coisa inventada só para desculpar o que não tem desculpa).

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Haute Couture dans un politicien...

Como certamente todos os residentes em Portugal, na restante União Europeia, bem como todos os seres vivos mais atentos já repararam, o Eng. José Sócrates é dos fulanos com mais pinta no restrito mundo dos políticos!
O que de facto me surpreende, é a falta de originalidade para que se limite a usar exclusivamente gravatas vermelhas (muitíssimo comum) e gravatas em tons de azul (começa a ser algo comum).




Só resta uma conclusão possível, o Eng. José Sócrates não conhece certamente o catálogo de infindáveis cores da Pantone®. Grave? Não! Mas perderá rapidamente o estatuto do "dos com mais pinta".




O manguito

Mais uma vez venho aqui de falar de assuntos cujo o interesse para a sociedade vale zero.
Venho falar desta vez sobre a origem desse belo gesto feito com a nossa mão que serve para expressar o grande desagrado com alguém ou alguma situação. O Manguito!

Primeiro que tudo vamo-nos concentrar no manguito em si. Consiste em fechar a mão e esticar apenas o dedo do meio formando assim uma forma obscena que faz lembrar órgão genital masculino. Ora bem... quem foi a mente doente que descobriu isto? Quem, no seu perfeito juízo, utilizou o seu membro para simular o outro membro? Remontará a que século esta descoberta? Haverá registos pré históricos? Eu fiz o trabalho sujo e investiguei e descobri pouco. Há quem diga que surgiu no império Romano, identificado como "digitus impudicus" em manuscritos da época. Já dizia o Obélix que aqueles romanos eram doidos.

Ao longo da nossa vida vamo-nos deparando e sendo alvo em diversas ocasiões com o manguito de certos e determinados indivíduos. Para os mais atentos, é notória a existência de dois tipos distintos de manguito. O primeiro, mais másculo, mais comum também, é o mais utilizado pelos taxistas por exemplo e faz transparecer mais raiva e indignação que consiste num punho fechado apenas com o dedo indicador esticado. O segundo, por seu lado não é utilizado para ofender mas sim para fazer pirraça. O preferido das gentes mais cultas que consiste na mão aberta encolhendo todos os dedos menos o do meio.

O manguito tem várias qualidades. Primeiro que tudo está ao alcance de toda a gente, menos dos manetas que, mesmo assim, poderão exibir o seu coto que as pessoas entenderão certamente a intenção. A situação em que mais é utilizado é sem dúvida no trânsito, situação em que na segurança dos nossos carros e devido a dificuldade de comunicação com os outros utilizamos a língua gestual para marcar a nossa posição. Ninguém faz um manguito numa discussão cara-a-cara porquê? Eu gostava de ver.

Mas se todos pensarmos realmente e profundamente no assunto torna-se bastante ridículo. Porque hei-de me ofender com um dedo esticado? É uma pergunta que deixo no ar...

Adoro Couve Lombarda





...exemplo disso é simplesmente a existência de nichos políticos... Mas, é sempre salutar ver que um novo caminho começa a ser desbravado. Cada vez mais pessoas se submetem a ideias de alfarrábios. Começando, assim a surgir, incensados por isso, aqueles que se vêem na condição de ocuparem cargos electivos. Formando-se, desta forma novos nichos políticos, que acabam sempre por revelar alguém....